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Mapa da Serra da Boa Viagem com Trilhos (Triângulo do Cabo Mondego)

sábado, 13 de abril de 2013

Achados de plantas na Praia de Quiaios e na Encosta da Serr...

Achados de Plantas na Praia de Quiaios e na Encosta da Serra da Boaviagem

No limite ocidental do continente europeu e na margem do oceano e do litoral português atlântico,  encontram-se dunas litorais (móveis e arborizadas)  com plantas endémicas da Península Ibérica ou mesmo de Portugal.

 

Camarinhas ( Corema album ) nas dunas da Praia de Quiaios

O limite oriental da praia de Quiaios é formado por uma pequena serra, a Serra da Boaviagem, com comunidades de plantas na transição florística entre espécies mediterrânicas e atlânticas. Nestas comunidades de plantas existem  orquídeas   ( habitat 6210  ) preciosas e tufos de espécies raras ou mesmo endémicas  em pradarias sobre terrenos calcários - bem adaptadas ao clima ventoso desta costa.

Esta parte da orla portuguesa pertence biogeograficamente  à Província Gaditano-Onubo-Algarviense .  A Província Gaditano-Onubo-Algarviense é uma unidade biogeográfica essencialmente litoral que se estende desde a Ria de Aveiro até aos areais da Costa del Sol e aos arenitos das serras gaditanas do Campo de Gibraltar. Inclui os Sectores Divisório Português , Ribatagano-Sadense , Algarviense , Gaditano-Onubense  e Algíbico . Os substratos predominantes são arenosos e calcários.

A flora e vegetação desta Província é rica em endemismos paleomediterrânicos e paleotropicais lianóides e lauróides de folhas coriáceas . Devido ao carácter ameno plantas termófilas e de gemas nuas encontraram neste território litoral e sublitoral o seu refúgio, tendo sido pouco afectadas pelas sucessivas glaciações. Estas plantas, próprias dos bosques termófilos de carácter oceânico ( Quercion broteroi  p.p. e Querco-Oleion sylvestris ), desaparecem dos azinhais, sobreirais e carvalhais mais continentais porque não puderam recolonizar as áreas mais frias do interior da Península Ibérica durante o Holoceno . Esta particularidade climática e paleo-ecológica, permitiu ainda a entrada de inúmeros elementos mauritânicos  e pôntico-índicos , assim como a persistência dos referidos elementos terciários paleomediterrânicos  em comum com a Sub-região Macaronésica  (e.g. Myrica faia , Convolvulus fernandesii , Cheilantes guanchica , Polypodium macaronesicum , Woodwardia radicans , etc.).

As principais vias migratórias florísticas  que confluem neste território são as vias litoral mediterrânica  e a correspondente à dorsal calcária bética (das Baleares ao Barrocal algarvio) . Do Norte, por seu turno, chegaram sucessivamente táxones atlânticos planifólios e de folha branda da classe Querco-Fagetea , nos períodos em que o macroclima temperado atingiu latitudes mais baixas ( Acer  spp., Querci caducifólias , Ilex , Inula , Sorbus , etc.). As ericáceas atingiram também esta Província na mesma altura (sobretudo durante o Período atlântico). De modo análogo, a flora predominante nos matagais altos ( nanofanerofíticos  ) – ( Asparago-Rhamnion Pistacio-Rahmanetalia alaterni ) possui uma grande riqueza em arbustos com origem paleotropical xérica (sp. de Olea , Pistacia , Rhamnus , Myrtus , Asparagus , etc.), que sobreviveram à transição do clima tropical para o mediterrânico durante o Miocénico. Estes ocorrem ainda como comunidades permanentes ou etapas de substituição em territórios não muito pluviosos e quentes.

    A Província Gaditano-Onubo-Algarviense  constitui assim, uma extensa área de provável especiação a partir de genótipos diversos (e muito mais antigos) dos ocorrentes nas áreas não costeiras do Ocidente da Península (e.g. Stauracanthus  spp.). Diversas vias de migração florística , que têm contribuido de forma muito importante para a “ pool” genética muito rica e original desta área. São de destacar as duas vias litorais  (uma ascendente, nos substractos dunares móveis e halófílicos, por onde migram táxones mediterrânicos e uma descendente, sub-litoral que desloca táxones atlânticos). Há que considerar uma importante via migratória bética  que consiste na dorsal calcária deste a Serra Nevada ao Barrocal algarvio. Muitas das populações de táxones calcícolas gaditano-onubo-algarvienses tem origem em elementos vindos por esta via. Por seu turno, há que considerar a ocorrência das populações com origem numa via norte-africana  (táxones iberomauritânicos).

Descrevemos nesta página alguns destes achados de plantas numa sequência não sistemática.

As plantas das dunas

O s halófitos são a designação das plantas que vivem em meios salgados. As espécies do sapal, apesar de terem bastante água à sua disposição, esta é salgada e às vezes, chegam a suportar concentrações de sal, durante períodos mais ou menos longos, superiores às águas do mar como pode acontecer com  Ruppia maritima  e algas do género Chara . Para sobreviver em ambiente tão hostil as plantas tiveram necessidade de adaptar o seu metabolismo, seguindo por isso várias estratégias:

  1. Desenvolvimento da suculência resultante do aumento da diluição iónica mediante o incremento da relação volume/superfície externa
  2. Absorção em alto grau de certos iões, como potássio
  3. Extrusão iónica mediante glândulas especiais de sais
  4. A existência de glândulas de sal é responsável pelo conteúdo mineral de muitos halófitos.

N as dunas - apesar das diferenças acentuadas entre salgados e dunas - existem três características comuns: instabilidade , carência de nutrientes  e falta de humidade do solo , que são melhoradas com restos orgânicos trazidos pelas marés, depositados no cimo da linha de inundação, sendo aqui o começo da formação da duna.

Para sobreviver em meio tão adverso as plantas das dunas também sofreram modificações morfológicas, anatómicas e fisiológicas, assim:

  1. Para diminuir a transpiração possuem folhas de reduzidas dimensões
  2. Possuir uma forma prostrada
  3. Raízes muito profundas para captar água em profundidade
  4. Aptidão e capacidade para formar entre-nós ou rizomas horizontais e verticais conforme as deposições sobre a planta e da mobilidade da areia ;
  5. Caules e folhas suculentas com reservas de água
  6. Plantas CAM, isto é que só abrem os estomas à noite
  7. Presença de micorrizas nas raízes que ajudam a sobreviver as plântulas e posteriormente colonizar as dunas.

Dunas brancas

N as cristas das dunas , onde a areia ainda possui uma mobilidade elevada, domina o hemicriptófito

  1. Ammophila arenaria  subsp. australis  (estorno) acompanhado de

Dunas cinzentas

P or detrás das cristas  dunares a areia encontra-se fixada por caméfitos , esta formação é chamada de duna cinzenta. É na costa de Portugal continental onde se encontram as mais belas dunas cinzentas da Europa e com maior diversidade de espécies.

Aqui encontram-se entre outras:

  1. Camarinhas ( Corema album )

 veja também: Camarinhas  no blog : Um amador da Natureza

  1. Crucianella maritima ,

  1. Othantus maritimus

  1. Antirrhinum majus ssp. cirrhigerum

  1. Reichardia gaditana

  1. Pancratium maritimum

Pancratium maritimum , or sea daffodil , is a species of Amaryllidaceae  native to the Mediterranean region  and south-western Europe. That plant can also be seen on the south Bulgarian  coast of Black Sea  where is threatened with extinction. It grows on coastal sands or just above the high tide mark. Other vernacular names are Sand Daffodil and Sand Lily. The Latin   maritimum  means "on the sea-coast".

P. maritimum  is a bulbous perennial with a long neck and glaucous, broadly linear leaves, evergreen, but the leaves often die back during hot summers. Scape to 40 cm. Flowers 3-15 in an umbel, to 15 cm long, white. Corona two-thirds as long as the tepals. The flowers have an exotic lily scent. Flowering in August to October.

Easy to grown but requires a very sunny position and a very well drained, sandy soil. Need hot summers to induce flowering and is often a shy bloomer in cooler climates. Hardy to USDA zone 8. Tolerates temperatures down to about -5°C. Propagation by seeds or division after flowering. Seedlings may flower in their third or fouth year.

The Hebrew  name for the flower is חבצלת החוף, closely related to the rose of Sharon  (חבצלת השרון) mentioned in the Song of Solomon . It is commonly assumed by most people in Israel  that, the Sharon plain  being on the coast of the Mediterranean Sea , the Biblical passage refers to this flower.

  1. Anagallis monelli

  1. Silene littorea

  1. Silene niceensis (= S. arenaria , S. littoralis )

  1. Cyperus capitatus

  1. ? Leontodon taraxoides arenaria 

  1. Seseli tortuosum

  1. Limonium sp.

  1. Iberis procumbens

As plantas da encosta da serra da Boaviagem e das arribas do Cabo Mondego

A - Orquídeas (veja também os links:  orquídeas   ( habitat 6210  ) )

  1. Ophrys apifera

  1. Ophrys speculum

The genus Ophrys  is a large group of orchids  from the alliance Orchis  in the subtribe Orchidinae . There are many natural hybrids. The type species is Ophrys insectifera  L.1753

They are referred to as the "Bee orchids" due to the flowers of some species resemblance to the furry bodies of Bumble Bees  and other insects . Their scientific name is derived from the Greek word "ophrys", meaning "eyebrow", referring to the furry edges of the lips of several species.

Ophrys  was first mentioned in the book "Natural History" by Pliny the Elder  (23-79 AD).

They are terrestrial  or ground orchids  from central to South Europe , North Africa , Asia Minor , up to the Caucasus Mountains , but mostly around the Mediterranean . They are considered the most important group of European terrestrial orchids.

During summer all Ophrys  orchids are dormant as an underground bulbous tuber , which serves as a food reserve. In late summer/autumn they develop a rosette of leaves. Also a new tuber starts to grow and matures until the following spring; the old tuber slowly dies. The next spring the flowering stem starts to grow. During flowering the leaves already start to wither.

Most Ophrys  orchids are dependent on symbiotic   fungi . Because of this, some species only develop small alternate leaves. Transplanting specimens, especially wild specimens, is difficult, sometimes impossible, due to this symbiosis. The shiny, basal leaves  have a green or bluish color.

The flowers  surpass all other European orchids. Two to twelve flowers grow on an erect stem  with basal leaves. They are absolutely unique not only because of their unequaled beauty, color range and exceptional forms, but also because of the ingenuity by which they attract insects. Their lip  mimics several insects, such as that of a bee , a wasp , or a beetle , attracting and duping the right pollinator . This visual cue serves as a close-range attractant. This pollination mimicry  is enhanced by producing the scent of the receptive female insect. This is the long-range attractant. These insect pheromones  cause them to approach and investigate the flowers more closely. This all happens in a period that only males are active and females haven't appeared yet.

The Bumblebee Orchid  ( Ophrys bombyliflora ) is a typical example. It has flowers that look and smell so much like female Bumble Bees  that males flying nearby are irresistibly drawn in by this chemical signal, stimulating them sexually. The insect gets so excited that he starts to copulate with the flower. This is termed pseudocopulation . The firmness, the smoothness and the velvety hairs of the lip are a further incentive for the insect to enter the flower. The pollinia  inadvertently stick to the head or the abdomen of the male bumblebee. On visiting another orchid of the same species, the bumblebee pollinates its sticky stigma  with the pollinia. The filaments of the pollinia have, during transport, taken such a position that the waxy pollen are able to stick to the stigma. Such is the refinement of the reproduction. If the filaments hadn’t taken the new position, the pollinia could not have pollinated the new orchid.

Every Ophrys  orchid has its own pollinator insect and is completely dependent on this species for its survival. Furthermore, duped males are not likely to return. They even ignore other plants of the same species. Therefore, only about 10% of an Ophrys  population gets pollinated. This is enough to preserve the population, since each Ophrys  orchid produces about 12,000 minute seeds.

  1. Cephalanthera longifolia

Cephalanthera  ( Ce-pha-lan-thé-ra ), abbreviated Ceph  in horticultural trade, is a genus of, mostly, terrestrial orchids . Members of this genus have rhizomes  rather than tubers . About 15 species are currently recognised, several of them common in Europe , for example the Sword-leaved Helleborine   C. longifolia . Most others are native to Asia , ranging from the Caucasus , e.g. C. caucasica , to Japan , e.g. the Bamboo-leaved Silver Orchid   C. longibracteata . The Chinese  species C. gracilis  was only described in 2002 . The only species found in North America  is the Phantom Orchid  or Snow Orchid C. austiniae . Ecologically, this species is partially myco-heterotrophic . Some of the Eurasian species hybridise .

Several of the European species have common names including the word " helleborine ", but this name does not correspond to any modern taxon, and orchids in other genera are also called helleborines. In addition to those listed here, very large numbers of other specific names will be found in the older literature, but these are almost all synonyms  for the best known species such as C. longifolia  or C. damasonium , the European White Helleborine .

As cefalanteras encontram-se nos pinhais da serra da Boavigem.

  1. A nacamptis pyramidalis

Anacamptis   Rich. , 1817 is a small genus from the orchid family ( Orchidaceae ). This genus is abbreviated as Ant. in trade journals.

The type species is Anacamptis pyramidalis  [L.]L.C. Rich. 1818

The scientific name is derived from the Greek word 'anakamptein', meaning 'to bend backwards'.

These terrestrial orchids occur on grasslands, limestone or chalk deposits or on dunes in Europe , from the Mediterranean to Central Asia .

They have linear to lanceolate leaves  with an acute tip. They grow a long, pyramidal, erect spike with many fragrant flowers . These flowers bloom in summer. They are pollinated by moths and butterflies. Their proboscis  is adapted to the long spur of these flowers.

Except Anacamptis pyramidalis  all species listed below, were formerly classified under Orchis morio -clade. They have a diploid   chromosome  number of 32 or 36. A useful character for distinguishing Anacamptis  from Orchis  is the basal fusion of the three sepals  in Anacamptis .

The few bigeneric hybrids are between sister-genera (closely related clades), in this case Anacamptis  x Serapias . Recently found specimens of Orchis mascula  x Anacamptis morio , found in Cumbria , UK  in 1997, proved short-lived because of a highly divergent genomic  lineage.

B - Outras plantas

  1. Armeria welwitschii

Armeria  is the botanical name  for a genus  of flowering plants . These plants are sometimes known as "thrift" or as the "sea pinks". The genus counts over a hundred species, mostly native to the Mediterranean , although Armeria maritima  is an exception, being distributed along the coasts of the Northern Hemisphere.

The plant often grow in rocky situations, including the sea shore. Some are popular with gardeners  as rockery plants.

  1. Iberis procumbens

Iberis  is a genus  of flowering plant  belonging to the family   Brassicaceae . It comprises herbs  and subshrubs  of the Old World . These species  are commonly known as candytufts . Used in Homeopathy for nervousness and muscle soreness. According to the US Dispensatory (1918)the leaves, stem, and root are said to possess medicinal properties, but the seeds are most efficacious. The plant appears to have been employed by the ancients in rheumatism, gout, and other diseases. In large doses it is said to produce giddiness, nausea, and diarrhea, and to be useful in cardiac hypertrophy, asthma, and bronchitis in doses of from one to three grains (0.065--0.2 Gm.) of the seed. Currently the foliage and stalks are employed in German Phytomedicine as a bitter digestive tonic.

The genus Iberis consists of about 50 species of annuals, perennials and evergreen subshrubs. They are excellent for rock gardens, bedding and borders. Candytuft is a fast-hardy, fast-growing annual with lance shaped green leaves. It reaches a height of about 12 inches with a spread of about 6 inches. Lightly trim after flowering.

  1. Funcho gigante ( Ferula communis )

Ferula  (from Latin  "rod" or "ferula") is a genus  of about 170 species  of flowering plants  in the family Apiaceae , native to the Mediterranean region  east to central Asia , mostly growing in arid climates. They are herbaceous   perennial plants  growing to 1–4 m tall, with stout, hollow, somewhat succulent stems. The leaves  are tripinnate or even more finely divided, with a stout basal sheath clasping the stem. The flowers  are yellow, produced in large umbels . Many plants of this genus, especially F. communis  are referred to as "giant fennel," although they are not fennel  in the strict sense.

  1. Paonia broteroi

  1. Iris lusitanica

  1. Nepeta tuberosa

Nepeta  is a genus  of about 250 species  of flowering plants  in the family Lamiaceae . The members of this group are known as catnips  or catmints  because of their famed effect on cats —nepeta pleasantly stimulates cats' pheromonic  receptors. The genus is native to Europe , Asia  and Africa , with the highest species diversity in the Mediterranean region  east to mainland China . It is now common in North America  as a weed . [1]  Most of the species are herbaceous   perennial plants , but some are annuals . They have sturdy stems with opposite heart-shaped, green to grayish-green leaves. The flowers  are white, blue, pink or lilac and occur in several clusters toward the tip of the stems. The flowers are tubular and spotted with tiny purple dots. The scent of the plant has a stimulating effect on cats.

Oil isolated from catnip by steam distillation is a repellent against insects, in particular mosquitoes, cockroaches and termites. [2] [3]  Research suggests that in a test tube, distilled nepetalactone , the active ingredient in catnip, repels mosquitoes ten times more effectively than DEET , the active ingredient in most insect repellents, [4] [5]  but that it is not as effective as a repellent on skin. [6]

  1. Senecio doronicum ssp. lusitanicum

As raridades.

As compostas são uma família rica em endemismos nacionais, bem como em espécies raras, sendo alguns géneros mais propícios a este tipo de fenómenos, como Serratula  e Centaurea . No entanto, as maiores raridades estão dispersas por vários géneros. É difícil quantificar ou mesmo qualificar quais são as espécies mais raras, precisamente porque raramente são vistas e pouco se sabe sobre elas.

  1. Também Senecio doronicum ?

Nos calcários a norte do Tejo surge uma planta estranha, de grandes e vistosas flores amarelas, à qual foi atribuída uma subespécie própria – Senecio doronicum  subsp. lusitanicus . A subespécie irmã S. doronicum  subsp. doronicum , que não existe em Portugal, é uma planta alpina que habita nas montanhas da Europa em geral, nomeadamente nos Alpes. No entanto, apesar de em Portugal as serras calcárias não chegarem aos 700 m de altitude, esta planta está cá e é apenas ligeiramente diferente da sua congénere, pelo que se considera apenas como subespécie, neste caso endémica. A sua ocorrência é francamente pontual, principalmente na região a norte de Lisboa, e geralmente nas cumeadas mais altas e expostas. Embora apareça em núcleos com um razoável número de indivíduos, é muito rara no global, e pode-se considerar que esteja em perigo de se extinguir.

Veja também o artigo bem escrito de Miguel Porto do Herbário da Universidade de Coimbra sobre as Compostas , donde foi tirado este texto sobre Senecio doronicum.

  1. Mais uma composta rara ( Pulicaria odora ) que se encontra nas encostas da Serra da Boaviagem

  1. Aristolochia paucinervis

  1. Polygonum sp.

  1. Filipendula vulgaris

Veja também:

Flora da Serra da Boaviagem

e

Caminhadas na Praia de Quiaios: O Sector Divisório Português

e

Caminhadas na Praia de Quiaios: Tabelas fitossociológicas das comunidades de dunas, arribas e matos de Murtinheira/Quiaios (Sector Divisório Português).

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